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segunda-feira, 19 de julho de 2021

PROSECCO DIESEL

 

 


Leio, no “Il Sole 24 Ore”, o maior jornal italiano especializado em economia, finanças, negócios etc., que Renzo Rosso e a Canevel se unem para lançar o “Diesel Prosecco Doc Biologico”.

Algumas informações complementares sobre os dois nomes acima citados.

Enzo Rosso é o fundador e proprietário da etiqueta “Diesel” que, entre outras coisas, produz calças jeans, com tecido chinês, no Vietnam, Marrocos, Tunísia ou em outro país onde a mão de obra seja barata.

A calça “Diesel”, pronta, passada, embalada e entregue em Breganze (matriz italiana), custa, ao Enzo Rosso, entre 10 e 15 Euros.


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Por: R$ 2.255,00

ou  de 

A calça do Enzo é vendida, aos “consumitários” (consumidores otários) brasileiros por R$ 900 – 2.200.

Não atoa Enzo Rosso é milionário e como todo empresário bem-sucedido diversifica seus negócios.

Rosso tem atração fatal pelo vinho e para realizar seu sonho, em 1993, comprou 100 hectares de terras nas colinas da província de Vicenza e fundou a “Diesel Farm”.

Coerente com sua visão universal, Rosso, não produz uma garrafa sequer com castas locais ou de outras regiões italianas, Renzo parte, resoluto, para a França e talvez sonhando, com uma nova Bolgheri no Veneto, vinifica Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Chardonnay etc.


O sonho só não virou pesadelo, pois Renzo Rosso ganha tanta grana vendendo calças e camisetas marroquinas que pode até presentear os “consumitários” de sua griffe com uma garrafa de seu totalmente desconhecido vinho.

Agora que você já conhece “Rosso Diesel Farm” precisa conhecer a “Canevel”

A Canevel”, empresa com sede em Valdobbiadene que produz aproximadamente 1 milhão de garrafas de Prosecco, vendeu 60% de suas ações à vinícola “Masi” mais conhecida por seus Amarone, Valpolicella, Bardolino, Soave, Pinot Grigio, Lugana etc.

Até aqui nenhuma novidade. Uma empresa compra outra e a vida continua, mas quando um grande nome da moda entra na jogada prepare-se que vem chumbo “Rosso”



 Um pequeno parêntesis: Se alguém acredita que picaretagens vinícolas são exclusividades brasileiras está redondamente enganado.

Há uma grande quantidade de eno-picaretas em todos os cantos do mundo e todos visam o seu “Visa”, “Mastercard”, “American Express” etc.

Bobeou?

 “Prosecco Diesel”.... Entrou.



A “Diesel” e a “Canevel” juram que a “criatura” em gestação parirá apenas 15.995 garrafas.

Se a parição será de 15.995 garrafas ou de 159.995 ninguém poderá jamais saber, afinal, imprimir etiquetas e facílimo….

Para finalizar traduzo as declarações comoventes, sublimes, quase poéticas, de Federico Girotto da “Canevel” e de Renzo Rosso ao anunciarem o “Prosecco Diesel”

Girotto: “Com este Prosecco concretiza-se a combinação entre a expertise da Canevel, sobejamente reconhecida no mundo dos espumantes   e a aproximação alternativa ao internacional “brand lifestyle” da Diesel. Um espumante de personalidade inconfundível ponto de encontro entre a sustentabilidade, naturalidade e democracia.

(Não entendi bosta nenhuma, mas Girotto fala justamente para que ninguém entenda...)


Responde, Renzo Rosso: “Foi gratificante, para mim, poder colaborar com este projeto…. Graças ao inovador processo “single fermentation totally bio” realizamos um produto único, de altíssima qualidade e respeitando o ambiente. Adicionamos, ainda, a alma criativa da Diesel para juntos celebrarmos mágicos momentos. ”

Pela minha experiência, quando leio que Renzo Rosso quer celebrar “ mágicos momentos” corro à farmácia mais próxima para renovar meu estoque de KY.



Dionísio

sexta-feira, 16 de julho de 2021

OLIM - PIADAS

 


Na próxima sexta-feira, 23, começa mais uma edição dos Jogos Olímpicos, em Tóquio, Japão, um ano depois da data originalmente prevista. 

O esporte profissional é altamente competitivo e os atletas passam anos treinando 10-12 horas por dia para as grandes competições. 

 Um campeonato nacional por ano, um mundial por ano, uma Olimpíada a cada quatro anos. 


E, se no dia decisivo, alguma coisa dá errado, todo aquele esforço já era: as medalhas e o nome na história das glórias desportivas vão para os adversários - afinal de contas, o politicamente correto ainda não impôs as infames "medalhas de participação" para quem chega em último numa competição olímpica.


Mas, se você é um atleta frustrado ou não consegue se destacar em uma competição, e as medalhas de participação das corridas de rua no Brasil representam pouco, Bacco & Bocca tem boas notícias para dar: dá para conseguir mais uma medalha para a sua sala de troféus - e, depois, até conseguir algum lucro com ela. 

Como? 


 Produzindo vinho, claro! 

No começo do mês, o espírito olímpico animou a vinícola gaúcha “Amitié” a divulgar, aos quatro cantos, que seu Pinot Noir fora premiado com uma medalha de bronze no “Decanter World Wine Awards”, concurso organizado pela revista inglesa que lhe empresta o nome. 

A imprensa deu alguma repercussão à "conquista", afirmando que, ao preço de R$ 66,50, o vinho gaudério tem aromas que "lembram cereja e morango", além de "taninos macios e aveludados", sendo um produto "bastante apreciado pelos brasileiros". 

Durante a redação desta matéria, o staff de Bacco & Bocca procurou saber quantas medalhas serão distribuídas na Olimpíada de Tóquio. 

 Na Olimpíada, entregarão 339 medalhas de ouro e "por volta de 5 mil" no total. 

E tem mais 540 ouros na Paraolimpíada, e outras tantas de prata e bronze. 

Parece bastante coisa? 

 Até que sim, mesmo que os Jogos Olímpicos aconteçam a cada quatro anos. 

Mas sua chance é bem maior no concurso anual da Decanter: nessa edição em que o “Amitié” foi premiado com um bronze e 87 pontos, outros QUARENTA E UM vinhos brasileiros também ganharam medalhas. 

Com quarenta e dois vinhos premiados, seria o Brasil o novo eldorado do vinho? 


 Receio que não; o concurso da Decanter entregou 14.760 (por extenso: quatorze mil, setecentos e sessenta) medalhas - ou seja, "ficamos" com    0,3% dos prêmios. 

E, para saber mais sobre a seriedade da premiação, vejamos alguns outros premiados, oriundos de outros eldorados vinícolas emergentes: 

- rosé-  Roza Kallmet, da vinícola Mrizi i Zanave (bronze, 86 pontos, Albânia) 

- tinto- Santo Patrono Altiplano, da vinícola Kuhlmann (prata, 90 pontos, Bolívia) 


- tinto- Six-Star, da vinícola Silk Road (prata, 90 pontos, China) 


- tinto- Zanotto Sangiovese, da vinícola Campestre (ouro, 95 pontos, Brasil) 

- branco- Oriolus, da vinícola Lakićević (prata, 90 pontos, Kosovo) 

- tinto- Ms Sangiovese, da vinícola Fratelli (bronze, 88 pontos, Índia) 


- espumante- Josefinelust Zero-Dosage, da vinícola Kullabergs Vingård (bronze, 86 pontos, Suécia) 

Aguardamos desde já um show de marketing da Campestre e sobre seu Sangiovese “dourado” e estamos curiosos para saber se o Six-Star será vendido no AliExpress.  

Sobre o “Amitié”, não temos pressa em prová-lo, uma vez que há, pelo menos, 14.759 vinhos do mesmo nível ou superiores. 

Mas você pode abrir um “Amitié” para comemorar depois de ganhar uma medalha por terminar, ofegante, uma corrida de 10 quilômetros sob o sol do inverno brasileiro - um programa de índio que também é "bastante apreciado pelos brasileiros".

 Zé

 


sábado, 10 de julho de 2021

CANETAS DE ALUGUEL

 


Não sei o porquê, mas todas as vezes que leio uma reportagem, rigorosamente paga, sobre vinhos nacionais, lembro do cenário político brasileiro: Há sempre e apenas, um quinto de verdades (meias verdades já eram....).

Nossos produtores consideram e tratam os consumidores tupiniquins como se fossem perfeitos idiotas.

Há, sim, uma boa parcela de eno-patriotas-tontos, que acredita e considera o Pérgola, Country Wine, Chalise, Espuma de Prata, Cantina da Serra, Sangue de Boi e outros insultos à enologia, “vinhos”, mas há, também, incontáveis enófilos que sabem reconhecer boas garrafas e não se deixam enganar pela limitadíssima qualidade e o desproporcional preço de nossos vinhos.

Os produtores nacionais, tentando desviar as atenções da baixa qualidades e caros preços de suas garrafas e garrafões, “descobrem” a todo momento e em todos os cantos, do imenso Brasil, a “Terra das Vinhas Prometidas”.


Produzir vinhos, no Brasil, deve ser um ótimo negócio, pois desde o Rio Grande do Sul, até Pernambuco, passando por Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Bahia, há videiras e vinícolas.

Nossos “Moisés” das “Vinhas Prometidas”, em pouquíssimos anos, conseguiram alcançar resultados até melhores do que os de seus colegas europeus que, coitados, sem conhecimento e sagacidade de nossos vinhateiros, demoraram milênios para descobrir.



Exemplos?

“O espumante nacional é o segundo melhor do mundo”

“O Intrépido Syrah (de Cocalzinho) é uma aberração de tão bom… (Manoel Beato) ”  

“Espumantes nacionais ganham medalhas de ouro em concursos franceses”  

“ O inigualável Leopoldina Gran Chardonnay D.O 2017 da Casa Valduga recebeu medalha de ouro em concurso francês”,

 “Vinícola Campestre é medalha de ouro em concurso na França”

 “Espumante 130 Blanc de Blanc é eleito melhor do mundo em renomado concurso francês”

 “Vinícola Guaspari é premiada em dois grandes concursos internacionais”.

Poderia continuar apontando um sem número de reportagens, “quintos de verdades”, que nossos impolutos produtores compram, sem o mínimo pudor, de revistas, blogueiros, jornais, influenciadores, sommeliers etc.


Esta longa e repetitiva (já não lembro quantas vezes abordei o mesmo assunto) introdução precede o comentário que pretendo escrever sobre a matéria que uma caneta de aluguel escreveu no “El Pais”

“O Brasil aprende a beber espumante e valoriza o produto feito em casa”

A caneta alugada, já no início, dá provas que o dinheiro embolsado será respeitado mesmo que a apologia aos espumantes nacionais seja um total desrespeito à inteligência dos enófilos.

“A primeira surpresa quando se toma um espumante produzido no Brasil vem do paladar. O sabor, normalmente leve e fresco, cumpre bem o papel de um vinho dessa categoria. A segunda, possivelmente, será seu cérebro confuso - ainda na primeira taça - não lá pelo final da garrafa, quando qualquer confusão já é de se esperar. O levantar de sobrancelhas é fatalmente precedido pela pergunta: Mas é brasileiro? ”

Minha opinião: Normalmente a primeira surpresa é o preço.

A segunda, concordo, aparece já na primeira taça onde a confusão cerebral e total especialmente quando se pensa na relação preço/qualidade.

Genial, mesmo, é o “achado” da caneta de aluguel: “O levantar de sobrancelhas é fatalmente precedido pela pergunta: Mas é brasileiro? ”

 A caneta de aluguel, levanta as sobrancelhas, freia sutilmente o entusiasmo, mas deixa transparecer que a pergunta poderia continuar com mais uma piada: “....Parece francês”;

Faltou coragem ou grana......

Outra pérola da caneta alugada é a sua incursão nas estatísticas

“......as vendas de espumante cresceram exponencialmente na última década. Enquanto em 2002, o consumo de espumante nacional foi de 4,2 milhões de litros, em 2012 esse número saltou para 14,7 milhões de litros”.

Para melhor informar, a caneta que a$$ina a matéria, deveria salientar que os 14,2 milhões de litros de espumante produzidos empalidecem quando comparados aos 140 bilhões de litros de cerveja que os brasileiros secaram em 2020 e ainda mais ridículos se comparados, por exemplo, aos 500 milhões de garrafas só de Prosecco que o mundo secou, também, em 2020.

A caneta alugada deve ter enxugado a garrafa de espumante nacional e seu cérebro, além da confusão, entrou em delírio e incorporou o mesmo espirito do “Samba do Crioulo Doido”

(os fanáticos, do politicamente correto, devem procurar e brigar com os herdeiros do Sergio Porto....) e começou a escrever um monte de merda como esta:

“Recentemente, o Vale dos Vinhedos, localizado na Serra Gaúcha, entre os municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, recebeu o selo de Denominação de Origem, o que significa que os vinhos produzidos nessa região devem obedecer a regras específicas em relação à plantação da uva e elaboração do vinho, além de valorizar as peculiaridades da região. Para se ter uma ideia, o champagne, produzido na região de Champagne, na França, só leva este nome porque também tem um selo de Denominação de Origem”

O palerma que escreveu esta sandice deveria perder, caso a possua, a carteira da ABJ.

O palerma tenta comparar e atribuir a mesma importância, seriedade e rigor, da denominação de origem gaúcha, à “AOC” francesa.

Já vi tentativas tolas e ridículas de querer comparar os produtos e produtores gaúchos aos champenois, mas esta merece uma picareta de ouro....

Um palerma sempre atrai outros e nossa caneta de aluguel encontra facilmente dois: Frank Bischoff e Rosana Pasini.

Leiam, sem vomitar, por favor....

“Como o espumante brasileiro ganhou vários prêmios na França, ele está em paridade com os vinhos franceses”, compara o sommelier Frank Bischoff, que ao longo de seis anos trabalhando em uma loja de vinhos de São Paulo, viu a oferta de espumantes nacionais crescer 60% nas prateleiras.“Os críticos de vinho estão falando muito lá fora sobre o espumante brasileiro. Existe o champagne da França, o prosseco da Itália e a Cava da Espanha, mas faltava algo novo, algo do novo mundo, e o Brasil chega para tomar esse espaço”, explica a supervisora de importação da Aurora, Rosana Pasini.

O Frank deve ter caído, quando criança, em um barril de espumante “Salton Demi Sec” e perdido grande parte de seus neurônios.

A pérola do “sommerdier”, “Como o espumante brasileiro ganhou vários prêmios na França, ele está em paridade com os vinhos franceses”, me causou importantes problemas intestinais.

 Quando começava a recuperar a normalidade aparece a pérola da Rosana “Rousseff” Pasini: “....mas faltava algo novo, algo do novo mundo, e o Brasil chega para tomar esse espaço”,

Aceito doações de papel higiênico..... o meu acabou

Dionísio.

PS> Para quem quiser ler na íntegra a linda e isenta reportagem

https://brasil.elpais.com/brasil/2013/12/07/sociedad/1386420296_182569.html

quinta-feira, 1 de julho de 2021

MENU SEXTA FEIRA 13

 


Há tempo não frequento e não comento os restaurantes do deserto gastronômico brasiliense.

“Gero”, último bom endereço que sinalizou uma melhora (piorar seria impossível...), na gastronomia da capital, fechou as portas e com ele se foram as esperanças de mudanças.



A explosão do Gero provocou uma debandada de funcionários, que abriram muitos Gero-Satélites, mas nenhum com om brilho da rara estrela que passou pelo planalto.

Voltamos aos velhos tempos dos “chefes-blefes”.

Ainda lembram da “Alice, Quem-Foi-Que-Te-Disse”, “Dudu Camargo e seus restaurantes dispensáveis”, “Zuu”, “Cielo”, “Maestri”, “Viene Qua”, “Gazebo” etc. que durante alguns anos torturaram nossos paladares e bolsos praticando gastronomia de 5ª categoria?


Não recordam?

Para os que esqueceram, ou não tiveram o azar de “desgustar” a cozinha dos “chefes-blefes”, surge um novo endereço que promete: “Olivae”

O “chef”, do restaurante mencionado, parece ser o herdeiro do “gastro-masoquismo” que tanto torturou, naqueles anos, os paladares dos incautos e infelizes brasilienses.


Leio, no “Face”, que o “chef” do “Olivae”, Agenor “Jason” Maia, resolveu brindar os paladares candangos com um caprichado “Menu Degustação Sexta Feira 13”

 


Nosso Jason das panelas não economiza “espantos” e inicia o “Sexta Feira 13” com Focaccia+ Azeitona + Azeite.

Para empurrar, goela abaixo, a untuosa e calórica especialidade lígure, nosso sádico chef propõe um espumante Charmat: “Gran Legado Brut”

Espumante Brut Charmat Gran Legado 750mlR$ 43,45 à vista




Salve-se quem puder.....

Quem escapou da focaccia e do “Gran Legado Brut” enfrentará, em seguida e sem descanso, uma lagosta que, coitada, saiu das profundezas do mar para ser soterrada em uma telha, com trigo, rabanete e purê de pequi..... Aqui, somente os bravos resistem.


Quem acha que o pesadelo gastronômico já terminou não conhece o chef Jason..... Jason não se entrega, não dá trégua e ataca de “pirarucu-light”.

“Jason” Maia, sabiamente, compensa a gordura do pirarucu com ingredientes delicados e indicados para quem quer controlar o peso.

 Ainda lembram da focaccia-azeitonas-azeite?



 Pois é.…o pirarucu-light é acompanhado por banana da terra, farofa de camarão seco e picles de cebola roxa.


Imaginem o desespero do estômago, que já armazenou focaccia, azeite azeitona, lagosta, telha com trigo, rabanete, purê de pequi ao receber pirarucu, banana da terra, farofa de camarão seco e picles de cebola roxa...


Nosso Jason das panelas, em ato de mais puro sadismo, resolve encerrar o inimaginável “Menu Sexta Feira 13” como sua famosa “Pièce de Résistance”: “Costela 12 Horas e Mandioca à Brás” (melhor do que mandioca à Dilma....).

Os comensais que conseguirem se levantar e caminhar até a porta receberão um “Vale-Brinde”: 2 rolos de papel higiênico (Imaginem, no dia, seguinte a tortura intestinal do pobre comensal onde lagosta, pirarucu, costela, rabanete, mandioca, pequi, picles, banana, camarão, quiabo, ficam brigando para poder sair e esquecer aquela infernal suruba gastronômica)



Sensibilizado com o já enorme sofrimento das pobres cobaias do Jason das panelas deixarei de comentar a sobremesa.

Uma coisa, porém, devo mencionar: O jantar na “Vineria Macchiavello”, em Santa Margherita Ligure, regado com espumantes “Mattia Vezzola “ da vinícola Costaripa, que Bacco comentou na matéria anterior, custou R$ 240.

O “Menu Sexta Feira 13” R$ 266.

Dionísio.