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sábado, 17 de maio de 2014

AB$ & GEI$$E X B&B


As anteriores matérias, “Champagne”, devem ter tocado fundo em renomado predador-produtor de vinhos.

Disfarçado de defensor da AB$, o predador-produtor quer, na realidade fazer a apologia da Gei$$e.

Leiam o comentário.

Meu caro "Bacco" rs, Determinadas abordagens devem ser um pouco mais humildes quando o autor delas carecer de conhecimento sobre a matéria, do contrário, faltará bom senso. Matéria que eu digo é sobre vinho no geral e não somente sobre Champagnes.

Aliás, no universo do vinho, devemos sempre ter cautela e humildade antes de tentar passar qualquer informação. Algo novo sempre baterá em nossa porta e podemos ser surpreendidos. É exatamente isso que faz desse universo tão belo e fascinante. Pois bem, saber, ou simplesmente escrever sobre siglas de garrafas de Champagne, nomes de alguns produtores, e classificações em blogs não lhe da condição de criticar qualquer associação que seja, mesmo porque, é através de atitudes como essa que identificamos os "aventureiros," que através de blogs colocam suas emoções pra fora contaminando a bebida do verdadeiro Baco. rs Já está bem demodê esse modelito de blog não acha? Ou você descobriu o Brasil?? rs A proprósito, aí vai um bom livro pra você, Champagne de Gerhard Eichelmann. Outro ponto a ser abordado é em relação ao Cave Geisse Blanc de Blancs Brut que o "Bacco" achou caro. Puxa vida. Esse "Bacco" sabe das coisas. Sabe das coisas porque não fez ABS! rs Meu caro, segundo o IBPT, 64% do valor de um vinho nacional é de puro imposto! E do nosso governo você se esquece? Aí você critica a vinícola dizendo que a mesma é uma predadora, que aos trancos e barrancos tenta se adequar aos buracos fundos que esse miserável governo cava. Quer uma dica, utilize seu espaço para informações mais concretas.. Em relação as informações sobre Champagne ótimo, mas não se utilize disso para fazer criticas infundadas, afinal é muito pouco! Quero deixar claro que não fiz ABS e não tenho participação em nenhuma vinícola nacional, entretanto devemos ser justos. E humildes, claro. Abraço "Bacco" rs

 


Dionísio responde

 

Meu caro "Bacco" rs, Determinadas abordagens devem ser um pouco mais humildes quando o autor delas carecer de conhecimento sobre a matéria, do contrário, faltará bom senso. Matéria que eu digo é sobre vinho no geral e não somente sobre Champagnes.

 

Nosso crítico já começa o comentário tropeçando: O autor da matéria, quem aborda sem muita humildade e carecendo de conhecimento, sou eu, Dionísio e não Bacco.

Outro tropeço, do anônimo” ma non troppo”, ocorre quando o trôpego escreve “Champagnes”.

Claudicante defensor dos “Gei$$e Predadores de Vinho”, Champagne é uma região francesa e, assim como não existem “Santas Catarinas”, “Rios Grandes dos Suis”, não há “Champagnes”.

Feita a correção, continuemos.

 

Pois bem, saber, ou simplesmente escrever sobre siglas de garrafas de Champagne, nomes de alguns produtores, e classificações em blogs não lhe da condição de criticar qualquer associação que seja, mesmo porque, é através de atitudes como essa que identificamos os "aventureiros," que através de blogs colocam suas emoções pra fora contaminando a bebida do verdadeiro Baco. rs Já está bem demodê esse modelito de blog não acha? Ou você descobriu o Brasil??

A condição de criticar, quem quer que seja, nasce de nossa independência.

Quem, com suas emoções, vive este momento lindo é o Roberto Carlos.

  Quem contamina a bebida de Baco, inundando o mercado com vinhos produzidos com uva Niágara, Santa Isabel, Bordô etc., são os predadores que você tanto (desinteressadamente?) defende.
 

Mais uma coisa: Quem descobriu o Brasil, não fui eu, foi o chileno, Gei$$e, que deixou sua terra ao perceber que havia, em nosso país, uma enormidade de   eno-otários que pagaria os tubos para comprar seus caríssimos espumantes.

 


Outro ponto a ser abordado é em relação ao Cave Geisse Blanc de Blancs Brut que o "Bacco" achou caro. Puxa vida. Esse "Bacco" sabe das coisas. Sabe das coisas porque não fez ABS! rs Meu caro, segundo o IBPT, 64% do valor de um vinho nacional é de puro imposto! E do nosso governo você se esquece? Aí você critica a vinícola dizendo que a mesma é uma predadora, que aos trancos e barrancos tenta se adequar aos buracos fundos que esse miserável governo cava. Sem falar que a mesma possui o mesmo método de produção da gloriosa Champagne e fica 28 meses em autólise.

Agora os Gei$$e se revelam, como sempre ocorre quando criticados, e furiosos mostram os caninos e babam de raiva.
 

Meu querido você acha que na Europa não há impostos?

Você acha que a carga tributária é menor do que a brasileira?

A predadora Gei$$e “…que aos trancos e barrancos tenta se adequar aos buracos fundos” (cada um tem o buraco que merece...) que não existia até 78, já em 79 inicia sua atividade após a aquisição de 35 hectares.

 

Quer uma dica, utilize seu espaço para informações mais concretas.

 

Vamos para as informações mais concretas.

Caro anônimo, “ma non troppo”, quanto custaram os 35 hectares em Pinto Bandeira?

Tanto quanto custariam, 35 hectares, na região Champagne?

Na Champagne um hectare custa, como já informamos na matéria anterior, 700 mil Euros.

Em 1979 a GEI$$E já possuía mais vinhedos do que renomadas e centenárias maisons de Champagne

Veja:
KRUG, fundada em 1838 possui 21 hectares.
 

DEUTZ, fundada em 1943 possui 37 hectares

BILLECARD-SALMON, fundada em 1818 possui 11 hectares

JACQUESSON, fundada em 1798 possui 33 hectares.

 

Mais uma informação concreta:

As uvas Pinot Noir e Chardonnay custam, na Champagne, em média, 5 Euros (R$ 16)

No Brasil as mesmas uvas custam:

 Pinot Noir R$ 1,3769, Chardonnay R$ 1,4533.
Veja http://www.uvibra.com.br/pdf/tabela_uva_2012_2013_OFICIAL_CONAB_01_02_13.pdf

Para produzir uma garrafa de espumante são necessários, no máximo, 1,5 kg de uva

O valor da matéria prima, para produzir uma garrafa de Champagne, custa 7,5 Euros (R$ 24)

A mesmíssima matéria prima custa para a Vinícola Amadeu, no máximo (arredondei para R$ 1,5 o quilo), R$ 2,25 (0,70 Euros)

Caro anônimo “ma non troppo”, que está metendo a mão?

A GEI$$E, que lasca R$ 85 no seu Blanc de Blanc, ou o viticultor PHILIPPE DUMONT que vende o seu produto por 16,50 Euros (52,8 R$)?

No Brasil falta seriedade, transparência, mas sobra competência para estuprar enófilo e consumidor.
 

Antes de bufar contra B&B, caro anônimo “ma non troppo”, pense duas vezes........ Nos, sabemos das coisas….  

Dionísio

 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

CHAMPAGNE II


 


Antes de começar a matéria, um esclarecimento: Anônima, aluna da AB$, enviou um comentário defendendo a associação que acredita ser capacitada para profissionalizar sommeliers.

Nossa “sommerdier” afirma que os profe$$ore$ da associação já lhes haviam revelado, em uma das aulas ministradas, o mistério das letras NM – RC – CM, etc. estampadas nas etiquetas de Champagne.

Ótimo!

Bom sinal!

Finalmente os mestres da AB$ aprenderam a consultar, agora e corretamente, o Google.....
 

Nossa querida “sommerdiers” poderia ter economizado tempo e dinheiro consultando, também e direto, a mesma fonte onde buscam “sapiência” os me$tre$ da AB$.

Gostaria que nossa “sommerdier” comentasse, em seguida, se a AB$ já lhe revelou os dados que apresentarei abaixo.

O Champagne é caro?

Vale o que custa?

Vejamos:

Na região Champagne a uva custa entre 4 e 6,5 Euros o quilo.

Para produzir uma garrafa do vinho, dependendo da qualidade, são necessários 1,2/1,5 kg de uva.

Somente com a matéria prima, uva, o custo, então, pode se aproximar dos 10 Euros.

O vinho demora no mínimo 15 meses, ou vários anos, para se transformar em Champagne e ganhar as prateleiras das enoteca.

Capital imobilizado por longo tempo, alto custo dos vinhedos (aproximadamente um milhão de Euros por hectare), as incontáveis fases que precisam de mãos de obra especializada, garrafa, rolha, embalagem, etc. etc. etc.......

Você ainda acha que, um grande Champagne, por 30 Euros é caro?
 
 
 
Champagne Piper Heidsieck Brut
ChaTipologia: Spumanti & Champagne | Regione: Francia | Denominazione: Champagne AOC
Prezzo: € 25, Champagne Piper Cuvée BrutFin
 

 

Quando falo de “Grande Champagne” não estou me referindo aos comerciais Moet & Chandon, Cordon Rouge, Veuve Clicquot, Piper Heidsieck, Bollinger etc., estou pensando, por exemplo, no ótimo Brut Réserve da BERÊCHE & FILS.

O Brut Réserve da Berêche & Fils, por 30 Euros, consegue ser mais barato do que o nacional Chandon (Charmat) Excellence (R$ 109).

Caro, caríssimo, extorsivo, estuprador é o preço de um Cave Geisse Blanc de Blanc: R$ 85

Não encontro palavra (gostaria, mesmo, de dizer um palavrão...)  Para classificar o indecente preço do   Cave Geisse Philippe Dumont, R$ 280,00.

Sempre é bom lembrar que o mesmíssimo Champagne, na vinícola francesa que o produz, custa 16,50 Euros (R$ 54).
Veja e você que o comprou da predadora Geisse, não chore, afinal bobo e caspa nunca acabam....
 
 
 1er Cru - Citée au guide Dussert Gerber 2007 et 2008 Champagne qui développe pleinement ses arômes et sa finesse au travers de son cycle de viellissement en cave
La bouteille : 16.5 €
 

 

A denominação “Champagne” é regida pela “Classificação de Vinhedos”.

A “Classificação de Vinhedos”, que foi estabelecida em 1911, se baseia na qualidade de cada cru e da distância que o separa o cru do coração comercial da região: Reims e Epernay.

O sistema classifica os diversos municípios da Champagne baseando-se no valor comercial das uvas ali produzidas que é expressa através de um valor percentual.

Os municípios são classificados em três categorias: Grand Cru, Premier Cru e Cru.

No Grand Cru as uvas custam 100% do preço estabelecido, no Premier Cru 90-99%, no Cru 80-89%.

Simplificando: As uvas provenientes de um município Grand Cru, com classificação 100%, serão pagas exatamente pelo preço cheio estabelecido.
 

As uvas proveniente de um município Premier Cru classificado com o 85% serão pagas 85% do preço estabelecido e assim por diante.

Exemplo: Se o preço das uvas for estabelecido em 10 Euros, as uvas provenientes de um Grand Cru custarão exatamente 10 Euros.

As uvas, proveniente de uma aldeia classificada como Premier Cru 85% custarão 8,50 Euros.

Parece complicado, mas o sistema funciona e bem, há mais de 100 anos.

Atualmente somente 17 municípios podem ostentar a classificação “GRAND CRU”, 41 “PREMIER CRU” e 255 “CRU”.

Os 17 GRAND CRU

Na Montagne de Reims: Louvois, Bouzy, Ambonnay, Verzy, Verzenay, Maully-Champagne, Beaumont-sur Vesle, Sillery, Puisieulx .

Na Vallée de la Marne: Ay, Tours-sur-Marne.

Côte de Blancs: Oyry, Chouilly, Cramant, Avize, Oger, Mesnil-sur-Oger

Na próxima matéria mais Champagne.

Dionísio

terça-feira, 13 de maio de 2014

MILLESIMO


 

Quanta vezes sai da autoestrada, bem na entrada de Millesimo, sem nunca pensar em dar uma paradinha para conhecer a aldeia?

 Não sei.

Certamente centenas.

Quando de Chiavari me dirijo até Alba, ou resolvo visitar Martinelli em Vicoforte, invariavelmente deixo a rodovia em Millesimo, subo até Montezemolo e percorro as estradas secundarias.

O tempo perdido, nas estradinhas cheias de curvas perigosas, é largamente compensado pelo fantástico panorama que se descortina a cada instante.

Doces colinas, campos floridos, aldeias de sonho (Sale San Giovanni merece uma rápida parada), natureza preservada, os Alpes, nevados e no horizonte, emoldurando todo o conjunto, são belezas naturais que alegram até os mais cansados e exigentes olhos.

Todos esses apelos, raros e belos, contribuíram para que eu desprezasse, sempre, a pequena Millesimo.

Semana passada, sem um motivo claro, um estranho desejo: Antes de prosseguir viagem, ao sair da autoestrada, entrei em Millesimo.

Falta de imaginação e pouca curiosidade me distanciaram, durante longos anos, de uma beleza que releguei, estupidamente, a segundo plano......

Pequena (pouco mais de 3.000 habitantes) Millesimo conserva um centro histórico importante, belos traços medievais e uma tranquilidade, quase contagiante, de fazer inveja à tradicional baiana.
 

Belos bares, poucas lojas, ruas calmas e limpas, pequeno rio margeando a aldeia, resto de ponte do século XIII; Millesimo é importante centro gastronômico que abriga, creiam, até restaurante estrelado Michelin.

Em final de setembro, assim como na mais badalada e mundialmente conhecida Alba, Millesimo realiza sua “FESTA DEL TARTUFO”.

Tartufi e funghi são abundantes e podem ser encontrado com facilidade nas colinas que cercam a cidade.

 Funghi, tartufi, preparados pelos cozinheiros locais ou vendidos pelas ruas da cidade, atraem sempre mais e mais turistas.

O restaurante estrelado Michelin, “Locanda dell’Angelo”, fechado por repouso semanal, deverá esperar minha próxima viagem.

  Suas portas cerradas, todavia, serviram para me levar ao ótimo “PANTAREI”
 

Sob os pórticos medievais do centro histórico, o pequeno e aconchegante “PANTAREI”, merece ser mencionado.

Não mais que 8 mesas, cozinha regional com alguns toques inventivos, boa carta de vinhos, serviço cordial, preços de matar de raiva brasileiros sobreviventes de assaltos praticados pelos restaurante tupiniquins, o “PANTAREI” é uma válida e boa opção em Millesimo.

No ‘PANTAREI” vivi dois momentos distintos: Comi a pior galinha de Angola da minha vida, mas provei um dos melhores antepastos da minha, não exatamente curta, existência.

A coxa da galinha de Angola, ressecada, sem sal e sem aparência, foi esquecida e sepultada pela lembrança do extraordinário “Vitello Tonnnato” e da soberba “Caponata di Melanzane”.

Carne macia, ponto perfeito, molho de sutileza ímpar.... Um “Vitello Tonnato” para ficar na memória.

A “Caponata di Melanzane”, já na apresentação, prometia.

Prometia e cumpriu!

Na foto é possível perceber a composição do antepasto e, também, notar as anchovas no pratinho vermelho.
 

As anchovas, importantes na culinária lígure e piemontesa, são utilizadas em centenas de receitas.

Podem ser fritas, curtidas no limão, cruas, marinadas, etc. etc. etc. e, por isso mesmo, não surpreendem mais ninguém que viaje por aquelas regiões.

Não são novidades, concordo, mas as anchovas do “PANTAREI” não somente me deixaram de queixo caído como me obrigaram a levantar da mesa para cumprimentar a cozinheira:” Nunca provei anchovas iguais. Parabéns!”

A cozinheira, Lucia, sorridente e contente, (omiti a péssima galinha de Angola) retribuiu meu entusiasmo com mais um prato de suas anchovas que, literalmente, devorei.

Gran Finale: Dois antepastos, a galinha (argh) de Angola, meia garrafa de vinho Gavi, café = £ 26

Millesimo e Pantarei, mais dois endereços imperdíveis de B&B.

Bacco

 

domingo, 11 de maio de 2014

A MISTRAL NAO É A ÚNICA


 


Um leitor enviou o seguinte comentário:

........Até por conta da minha ignorância e inocência, por que chamam a Mistral de "importadora predadora?" Por causa dos margens vergonhosas de lucro? Quanto à precificação dos vinhos brasileiros, de fato algumas vinícolas exageram. Mas não creio que produzir um vinho de qualidade no Brasil custe pouco.......

 

Caro Anônimo, a Mistral foi citada apenas por ser uma das patrocinadoras do Didu Bilu “Secondo Me” Teteia.

Poderia mencionar qualquer outra concorrente da Mistral, mas a vocação para a predação seria exatamente a mesma.

 Os produtores de vinhos no Brasil metem a faca porque os importadores descem a lenha.

Se você inverter a frase acima, o resultado será o mesmo: Uns se apoiam nos outros para poder assaltar, sem serem incomodados, o consumidor brasileiro.
 

É uma vergonha sem fim!

Abri a página da Mistral, cliquei na Itália, depois Veneto e escolhi aleatoriamente um Prosecco do Adami Gica Brut

Preço Mistral: R$ 111,27

Em seguida abri um site italiano para verificar quanto   o Francesco, lá de Gallarate, gasta para refrescar sua cuca bebendo o mesmíssimo Prosecco.

O Francesco paga, por uma garrafa de Adami, £ 8,60 (R$ 25,80)
 
Veja:


Adami Spumanti Adami Bosco di Gica
Vitigno : Glera 95-97%, Chardonnay 3-5% Anno : n.d. Capacità : 75 cl Denominazione: BOSCO DI GICA Brut Valdobbiadene Prosecco...   8,60 Spese: n.d.
Totale
 
         

A Mistral vende, para o Zé, lá de Brasília, o mesmo produto com um acréscimo de módicos 320%.

Certo?

Não, errado.

A Mistral não compra o Prosecco Adami por £ 8,60.

A Mistral paga muito, mas muito menos pelo vinho.

Vejamos: As lojas italianas remarcam os vinhos, normalmente, com 100%

A conta é a seguinte:

 Custo vinho £ 4,30 + 22% IVA = £ 5,25 + 60% (pouco mais ou pouco menos) obtemos os 8,60 que o Francesco pagou pelo Prosecco Adami.

A Mistral, que compra em grande quantidade, certamente não pagará £ 4,30 pelo vinho e nem desembolsará os 22% do IVA.

Para a Mistral o Prosecco do Adami custará, já no contêiner e na pior das hipóteses, £ 4,00 (R$ 13).

De R$ 13, da compra, para os R$ 111,27 da venda o caminho é longo e lucrativo.

Caro Anônimo, pode culpar os impostos quanto quiser, o custo Brasil quanto desejar, alegar que o Didu Bilu “Secondo Me” Teteia bebe vinhos da Mistral sem parar e de graça, mas você não acha que 760% de acréscimo são exagerados?

 

Mais uma coisa: Você acha que no Brasil produzir vinhos, de qualidade (mais que duvidosa), custa muito?

Aguarde a próxima matéria sobre o Champagne é verá qual o tamanho da ladroagem praticada pelos nossos insaciáveis produtores de vinho.

 
Dionísio