As anteriores matérias, “Champagne”, devem ter tocado fundo em
renomado predador-produtor de vinhos.
Disfarçado de defensor da AB$, o predador-produtor quer, na
realidade fazer a apologia da Gei$$e.
Leiam o comentário.
Meu caro
"Bacco" rs, Determinadas abordagens devem ser um pouco mais humildes
quando o autor delas carecer de conhecimento sobre a matéria, do contrário,
faltará bom senso. Matéria que eu digo é sobre vinho no geral e não somente
sobre Champagnes.
Aliás, no
universo do vinho, devemos sempre ter cautela e humildade antes de tentar
passar qualquer informação. Algo novo sempre baterá em nossa porta e podemos
ser surpreendidos. É exatamente isso que faz desse universo tão belo e
fascinante. Pois bem, saber, ou simplesmente escrever sobre siglas de garrafas
de Champagne, nomes de alguns produtores, e classificações em blogs não lhe da
condição de criticar qualquer associação que seja, mesmo porque, é através de
atitudes como essa que identificamos os "aventureiros," que através
de blogs colocam suas emoções pra fora contaminando a bebida do verdadeiro
Baco. rs Já está bem demodê esse modelito de blog não acha? Ou você descobriu o
Brasil?? rs A proprósito, aí vai um bom livro pra você, Champagne de Gerhard
Eichelmann. Outro ponto a ser abordado é em relação ao Cave Geisse Blanc de
Blancs Brut que o "Bacco" achou caro. Puxa vida. Esse
"Bacco" sabe das coisas. Sabe das coisas porque não fez ABS! rs Meu
caro, segundo o IBPT, 64% do valor de um vinho nacional é de puro imposto! E do
nosso governo você se esquece? Aí você critica a vinícola dizendo que a mesma é
uma predadora, que aos trancos e barrancos tenta se adequar aos buracos fundos
que esse miserável governo cava. Quer uma dica, utilize seu espaço para
informações mais concretas.. Em relação as informações sobre Champagne ótimo,
mas não se utilize disso para fazer criticas infundadas, afinal é muito pouco!
Quero deixar claro que não fiz ABS e não tenho participação em nenhuma vinícola
nacional, entretanto devemos ser justos. E humildes, claro. Abraço
"Bacco" rs
Dionísio responde
Meu caro
"Bacco" rs, Determinadas abordagens devem ser um pouco mais humildes
quando o autor delas carecer de conhecimento sobre a matéria, do contrário,
faltará bom senso. Matéria que eu digo é sobre vinho no geral e não somente
sobre Champagnes.
Nosso crítico já começa
o comentário tropeçando: O autor da matéria, quem aborda sem muita humildade e
carecendo de conhecimento, sou eu, Dionísio e não Bacco.
Outro tropeço, do anônimo”
ma non troppo”, ocorre quando o trôpego escreve “Champagnes”.
Claudicante defensor
dos “Gei$$e Predadores de Vinho”, Champagne é uma região francesa e, assim como
não existem “Santas Catarinas”, “Rios Grandes dos Suis”, não há “Champagnes”.
Feita a correção,
continuemos.
Pois bem, saber,
ou simplesmente escrever sobre siglas de garrafas de Champagne, nomes de alguns
produtores, e classificações em blogs não lhe da condição de criticar qualquer
associação que seja, mesmo porque, é através de atitudes como essa que identificamos
os "aventureiros," que através de blogs colocam suas emoções pra fora
contaminando a bebida do verdadeiro Baco. rs Já está bem demodê esse modelito
de blog não acha? Ou você descobriu o Brasil??
A condição de criticar, quem quer
que seja, nasce de nossa independência.
Quem, com suas emoções, vive este
momento lindo é o Roberto Carlos.
Quem contamina a bebida de Baco, inundando o mercado com vinhos
produzidos com uva Niágara, Santa Isabel, Bordô etc., são os predadores que
você tanto (desinteressadamente?) defende.
Mais uma coisa: Quem descobriu o
Brasil, não fui eu, foi o chileno, Gei$$e, que
deixou sua terra ao perceber que havia, em nosso país, uma enormidade de eno-otários que pagaria os tubos para comprar
seus caríssimos espumantes.
Outro ponto a
ser abordado é em relação ao Cave Geisse Blanc de Blancs Brut que o
"Bacco" achou caro. Puxa vida. Esse "Bacco" sabe das
coisas. Sabe das coisas porque não fez ABS! rs Meu caro, segundo o IBPT, 64% do
valor de um vinho nacional é de puro imposto! E do nosso governo você se
esquece? Aí você critica a vinícola dizendo que a mesma é uma predadora, que
aos trancos e barrancos tenta se adequar aos buracos fundos que esse miserável
governo cava. Sem falar que a mesma possui o mesmo método de produção da
gloriosa Champagne e fica 28 meses em autólise.
Agora os Gei$$e
se revelam, como sempre ocorre quando criticados, e furiosos mostram os
caninos e babam de raiva.
Meu querido você acha que na Europa
não há impostos?
Você acha que a carga tributária é
menor do que a brasileira?
A predadora Gei$$e “…que aos trancos e
barrancos tenta se adequar aos buracos fundos” (cada um tem o
buraco que merece...) que não existia até 78, já em 79 inicia sua atividade
após a aquisição de 35 hectares.
Quer uma dica,
utilize seu espaço para informações mais concretas.
Vamos para as informações mais concretas.
Caro anônimo, “ma non troppo”,
quanto custaram os 35 hectares em Pinto Bandeira?
Tanto quanto custariam, 35 hectares,
na região Champagne?
Na Champagne um hectare custa, como
já informamos na matéria anterior, 700 mil Euros.
Em 1979 a GEI$$E
já possuía mais vinhedos do que renomadas e centenárias maisons de Champagne
Veja:
KRUG, fundada em 1838 possui 21 hectares.
KRUG, fundada em 1838 possui 21 hectares.
DEUTZ, fundada em
1943 possui 37 hectares
BILLECARD-SALMON,
fundada em 1818 possui 11 hectares
JACQUESSON, fundada em 1798 possui 33 hectares.
Mais uma informação concreta:
As uvas Pinot Noir e
Chardonnay custam, na Champagne, em média, 5 Euros (R$ 16)
No Brasil as mesmas uvas custam:
Pinot Noir R$ 1,3769,
Chardonnay R$ 1,4533.
Veja http://www.uvibra.com.br/pdf/tabela_uva_2012_2013_OFICIAL_CONAB_01_02_13.pdf
Veja http://www.uvibra.com.br/pdf/tabela_uva_2012_2013_OFICIAL_CONAB_01_02_13.pdf
Para produzir uma garrafa de
espumante são necessários, no máximo, 1,5 kg de uva
O valor da matéria prima, para produzir
uma garrafa de Champagne, custa 7,5 Euros (R$ 24)
A mesmíssima matéria prima custa
para a Vinícola Amadeu, no máximo (arredondei para R$ 1,5 o quilo), R$ 2,25 (0,70
Euros)
Caro anônimo “ma non troppo”, que
está metendo a mão?
A GEI$$E, que lasca R$ 85 no seu
Blanc de Blanc, ou o viticultor PHILIPPE DUMONT que vende o seu produto por 16,50 Euros (52,8 R$)?
No Brasil falta seriedade, transparência,
mas sobra competência para estuprar enófilo e consumidor.
Antes de bufar contra B&B, caro anônimo
“ma non troppo”, pense duas vezes........ Nos, sabemos das coisas….
Dionísio
















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