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quarta-feira, 11 de março de 2015

QEM É MARCO DANIELLE?


 

B&B é agressivo, irreverente, duro, sarcástico , grosseiro , às vezes, mas jamais injuriou “desafetos”.

O senhor Marco Danielle é exatamente o oposto:  seu “esporte” favorito, além de mentir descaradamente, é tentar denegrir as pessoas que contrariam seus interesses e dificultam sua trajetória para o suce$$o.

Quando li seu raivoso post no Facebook, na página do Esper Chacur Filho, não fiquei surpreso com a grosseria e confesso que senti, até, uma ponta de alegria: finalmente a baixaria do Marco Danielle me autorizava a aprofundar meus conhecimentos sobre sua pessoa e revelar o quanto “Elle” é falso e dissimulado.

A primeira providência foi apresentar o “post” aos meus advogados (3) que, após breve leitura, o classificaram:  calunioso, injurioso e que poderia justificar prontas medidas legais.

A segunda providência, mais difícil, seria descobrir quem processar.

O mais lógico e correto seria processar Marco Danielle, mas não seria possível: MARCO DANIELLE, não existe!

MARCO DANIELLE é um fake!

Abrir um processo contra Marco Daniele seria tão inútil quanto processar um “Zé Mané das Arruelas”.

B&B é lido, creiam, na Austrália, Itália, França e no Rio Grande do Sul, também.

 Foi exatamente no Rio Grande Do Sul que procuramos alguém, não exatamente um fã de Marco Danielle, que pudesse ajudar e descobrir a verdadeira identidade do ex fotografo.

Bingo!!!!!!
 

Um nome, afinal: MAURÍCIO CARLOS HELLER DANI.

Já tínhamos um nome faltava agora saber quem era quem.

O Mauricio Carlos Heller Dani, muda de nome com a mesma frequência de quem troca de camisa.

No Brasil ele já não é mais Mauricio, nem Carlos, e muito menos Heller Dani.

Quando foi morar na França e montou estúdio na “Rue de Vaugirard 95” (acreditem, eu morei na mesma rua), Mauricio Carlos Heller Dani assume uma nova identidade: Mauricio Hellerdani.
 

Ao voltar para o Brasil se transforma, agora definitivamente, em MARCO DANIELLE.

Até quando?

Fui acusado de “......covarde escondido atrás de um computador”.

Pode até ser verdade, mas nunca troquei meu nome desde meu nascimento.

Fui acusado de ser psicopata, ter mandado de prisão por fraude de documentos, de velho pervertido.

Pode ser, mas Maurício Carlos Heller Dani, Mauricio Hellerdani e Marco Danielle deverão provar, em juízo, as acusações.
 

A grande sacada dos três patetas, Mauricio Carlos Heller Dani, Mauricio Hellerdani e Marco Danielle, foi “revelar” a identidade de Bacco.

Após 10 anos criticando muitos produtores de vinho, viajando com dezenas de enófilos brasileiros pela Itália, ter bebido várias garrafas com o Ed Motta, fã incondicional de vinhos gaúchos e os da “Tormentas” em particular, receber em minha casa o viperino Esper Chacur Filho, seria pueril achar que minha identidade continuasse “secreta”.

“Revelada” minha identidade, retribuo a gentileza confirmando, com documento, o verdadeiro nome de Marco Danielle.
 

Fica um aviso: Criticar produtores de vinho é perigoso.

Já fui ameaçado fisicamente, verbalmente, legalmente e agora, injuriado por um fake do vinho.

O fake deverá colocar as barbas (e algo mais) de molho.  

Sem pressa, mas metodicamente, estou juntando uma grande quantidade de material que comprovará o quanto nosso De Villaine é picareta.
 

Vou verificar se o “Atelier Tormentas” pagava impostos antes de 10/02/2010 (data de sua legalização), ou se se vendia sem nota.

Analisar o conteúdo  de suas garrafas para saber a real quantidade de sulfitos presentes e, finalmente …Perdão, mas os “finalmente” não posso revelar agora.

Por enquanto é só
 

Bacco.


sexta-feira, 6 de março de 2015

UMA BANANA PARA O JBS


Decidi: Não compro mais nenhum produto do grupo JBS.




Todos os dias sou massacrado pela propaganda da carne Friboi e já sinto náuseas  quando vejo a cara e o nariz aquilino do Tony Ramos tentando me convencer que a carne do grupo JBS é a melhor.
 

Carne é carne e não acredito que a Friboi, que abate milhões de cabeças por mês, tenha um cuidado maior daquele do açougueiro da esquina.

Já não suporto mais, também, ver a cara da Fatima Bernardes tentando me convencer que uma lasanha produzida às toneladas, pela Seara, é de ótima qualidade e foi aprovada, até, por Cesare Giacconi de Albaretto della Torre.
 

Fiz uma relação das marcas da JBS e as evito sistematicamente.

Friboi, Seara, Vigor, Leco, Bordon, Swift, Faixa Azul, Serrabella, Anglo etc. não entram mais na minha cozinha.

Uma empresa que tem um sócio invisível (detentor de 13% das ações), o BNDES dono de mais 25%, a Caixa Econômica outros 10%, me provoca arrepios e me faz desconfiar que está surgindo, aí, um novo Eike Batista ou uma “CARNEBRAS” da vida.
 

Não tenho nenhum orgulho e me vergonho, até, se em um futuro próximo souber, pela imprensa, que ajudei, com o dinheiro dos impostos que eu pago, o grupo JBS a se transformar na maior empresa do ramo no mundo.

Eles que peguem suas linguiças e salames e introduzam em outro lugar, não na minha casa.
 

JBS, Fatima Bernardes, Tony Ramos ....Aqui oh!!!!!

Dionísio

 

quarta-feira, 4 de março de 2015

A LISTA COM 24.000 PREDADORES



Estranho país, o Brasil....

Na Itália, no mais esquálido boteco, ou no mais refinado bar, o “espresso”, definição tipicamente italiana de café, custa 1 ou 1,10 Euros.

O italiano é tradicionalista por excelência.
 
 

 Seu café da manhã, quase sempre tomado no mesmo bar, é composto por um “cappuccino”, ou “espresso” e um croissant.

O “cappuccino “custa, em todos os locais, 1,20, o café 1,00 e o croissant 1,00 Euro.
 

Parecem produtos tabelados.

O bar que ousar aumentar os preços, em apenas 10 centavos, em seis meses fecha suas portas.

O preço do “espresso”, na Itália, é mais uma prova que a monótona cantilena “o vinho nacional é caro por causa do acumulo de impostos” é uma balela.

O café e o vinho são caros no Brasil porque há um apetite exagerado pelo lucro: quanto mais rápido, melhor (ontem, se possível....)
 

O vinho nacional é caro porque está na mão de meia dúzia de predadores, de muitos picaretas, de vários arrivistas (fotógrafos, químicos, ceramistas etc.).

Os nossos produtores vinícolas, apoiados por críticos venai$, incompetentes e coniventes, cria falsos mitos de excelência enológica que são usados para elevar preços.

Lembram daquela palhaçada que, repetida “ad nauseam”, quase vira uma verdade “goebbeliana”?

Aquela que elegia o espumante nacional como o segundo melhor do mundo?
 

Pois é, agora não é mais o espumante o fenômeno enológico brasileiro.

 Nossos crítico$ (Ed Motta, Esper Charcur, Bilu Didu Teteia etc.)  Elegeram um certo Pinot Noir gaúcho, que humilha os primos da Borgonha, como o novo fenômeno vinícola brasileiro…enquanto isso os preços.........

Voltemos ao café.
 

O preço do café expresso, no Brasil, é outra esculhambação total.

Em Brasília, capital da esculhambação total, é possível encontrar, em um único shopping, cafeterias que vendem expresso por R$ 3 - 3,50 - 4,50 - 5,00 e até por R$ 6,00.

Por quê?

O café (matéria prima) da loja X é mais caro do que aquele da loja Y?

Custa o dobro?

Como pode um café, de um boteco infecto do Setor Comercial Sul de Brasília, custar mais do que um “espresso” tomado no “Café Torino “em Torino?
 

A Itália importa o melhor café do Brasil, Colômbia, Honduras, Costa Rica etc. e o expresso custa menos do que no Brasil?

Deve haver algum tipo de anestésico imbecilizante na água que, ao ser consumida, transforma as pessoas em incuráveis “zumbimbecis” (zumbi imbecis).
 

Os “zumbimbecis” são facilmente identificáveis:   acham normalíssimo pagar R$ 37,79 por um Chardonnay do Miolo mesmo vendo que na gondola, ao lado, há um importado francês por R$ 35,09.

O “zumbimbecil” acredita que o Chardonnay da Miolo é mais caro porque é melhor.

O “zumbimbecil”, também, não se “emputece” com escandalosos R$ 6,00 cobrados por um café: paga e não chia.

Enquanto isso..... o francês compra o Chardonnay PH BOUCHARD por 3 Euros e Bacco toma seu “espresso” no mítico “Bar Defilla” por um único Euro.

 Nós ficamos aguardando a lista do Janot com os 24.000 nomes dos predadores nacionais.

Dionísio

terça-feira, 3 de março de 2015

UM BOM CHARDONNAY POR R$ 35,09


 


“Pai, convidei quatro amigos para o almoço.... Se vira”

Domingo, 10 horas, brigando com as panelas, recebo o telefonema de meu filho que, pelo tom de voz, não admitia e nem pensaria em um não.

Comida não é problema: meu filho e seus amigos são assíduos frequentadores dos restaurantes brasilienses e estão acostumados com serviço e cozinha ridículos. 
 
 
 

O problema está na adega: os poucos vinhos, que lá repousam, são raros, poucos e caros.

Algumas garrafas de Dents de Chien, Vide Bourse, Blanchot Dessus, Viña Tondonia, Chateau Musar, Puligny Montrachet e mais algumas etiquetas preciosas que poderiam desaparecer, em um passe de mágica, se eu escancarasse as portas da escura adega.

 

Domingo lojas fechadas…Pânico!

Corri para o Carrefour esperando encontrar algo decente para servir durante um almoço em que peixes e frutos do mar eram protagonistas.

Casal Garcia, Alandra, Frascati, meia dúzia de chilenos menores, alguns argentinos esquecíveis e os nacionais, caros e medonhos, de sempre.
 
 

Estava quase desistindo.

 Caminhando para sair, na prateleira dos franceses, dois vinhos brancos despertaram minha atenção: Chardonnay e Sauvignon da obscura PH. BOUCHARD & CIE”.
 

Etiquetas típicas da Borgonha me confundiram e por um instante pensei que os vinhos eram produzidos pela grande vinícola “Bouchard Pere & Fils” de Beaune.

Na pressa esquecera os óculos em casa e não pude ler, na etiqueta posterior, que os vinhos foram engarrafados em Bordeaux pela vinícola “SEIGNOURET FRÈRES”.

Se tivesse lido a contra etiqueta jamais teria levado uma garrafa de cada para provar e deixaria para trás uma grata surpresa.

Refrigerei durante meia hora o Chardonnay, abri a garrafa e provei o vinho.

Já no nariz me animei: aromas elegantes, finos e com suave presença de flores.

Na boca uma leve baunilha, avelãs tostadas, equilibrado e um belo final.

Sem esperar mais retornei ao Carrefour e comprei as últimas 6 garrafas expostas.

Servi o vinho durante o almoço e o sucesso foi total.

Agora, a parte interessante.

O Carrefour, que importa e distribui os vinhos da “PH. BOUCHARD & CIE”, vende, o Chardonnay e o Sauvignon, por exatos R$ 35,09.

Uma rápida consulta e Google me informou que os dois produtos são vendidos na França por 3/5 Euros.

O Carrefour, que certamente pagou muito menos do que os valores acima, obtém um bom lucro vendendo os vinhos por R$ 35,09.
 

O Chardonnay, produzido na França (sei lá onde), paga um tsunami de taxas e impostos de importação, viaja 10.000 km, é distribuído no Brasil, onde é novamente taxado e entra na minha taça por exatos R$ 35,09.
 

No mesmo Carrefour, na mesma prateleira, uma garrafa, de pavoroso “Miolo Reserva Chardonnay 2014”, ostentava, orgulhosa, em sua etiqueta: R$ 37,79.
 


 
 
Aguardo com ansiedade o pessoal que defende com garfos, taças e bocas-livres as vinícolas predadoras nacionais, as justificativas, as razões que levam a Miolo a praticar preços tão elevados.

Mais uma coisa: Os críticos, “ma non troppo”, nacionais deveriam comparar o RP BOUCHAR & CIE com os caríssimos Chardonnay do sul (Villa Francioni, Casa Valduga, Salton etc.)  e em seguida nos enviar comentários.

 

Sem comentários?

Pena....
Dionísio