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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

A HORA E VEZ DO ROSÉ

 


A matéria, “Borbulhas e Mais Borbulhas”, sacudiu meu sarcófago despertei, então, de um profundo letargo.

Sempre afirmei e reafirmo, que o melhor vinho do mundo é aquele refinado, borbulhante, incomparável produzido na afortunada região da Champagne.



Há boas bolhas em muitas outras regiões do planeta, mas somente alcançam bons resultado quando tentam seguir, rigorosamente, todos os seculares ensinamentos de Dom Pèrignon, desde o clima, tradição, cultura vinícola, escolha das castas, método de vinificação, envelhecimento sobre leveduras, por um mínimo de 15 meses, os “segredos” das adegas etc.



Resumindo: É quase impossível superar o Champagne.

Apenas um país, “abençoado por Deus, mas picareta por natureza”, se autodeclara produtor do segundo melhor espumante do mundo, ganhador de prêmios, medalhas, reconhecimentos, etc. até na França e criador, pasmem, do único Champagne fora da renomada região francesa

Incontáveis e compreensivas são dúvidas sobre a qualidade do “espumante picareta por natureza”, mas, ainda bem, há um consenso: se a qualidade é discutível, os preços das bolhas brasileiras superam, até, os da Champagne.



Deixando o Maranhão vinícola, em seu ridículo ufanismo terceiro-mundista, vamos voltar às bolhas sérias 

Muitos “vignerons” afirmam que para produzir um grande Champagne é preciso vinificar uvas 100% perfeitas, mas para se obter um grande rosé os cachos deverão ser 200% impecáveis.



Os vinhos rosés, em sua esmagadora maioria, são produzidos apenas para completar a linha de produtos das vinícolas, miram o consumidor feminino e a propaganda, apelativa, sempre exalta garrafas à beira de belas piscinas ou praias ensolaradas….

 Nada mais falso!

O rosé, quando vinificado com o necessário cuidado e grande atenção, é um grande vinho, não por acaso, o Champagne, na versão rosé alcança preços quase sempre superiores aos irmãos demi sec, brut, extra brut nature etc.



Para vinificar “rosé” é sempre necessário dedicar muita atenção, atenção que já começa na escolha da matéria prima.

Enquanto a Chardonnay, que pode ser considerada uma uva “Gení” (dá em qualquer lugar), continua sendo responsável por mais de 80% dos espumantes produzidos no planeta, a Pinot Noir é o “pesadelo” dos enólogos.



A Pinot Noir, essa complicada videira, brota mais cedo, emadurece mais tarde, é muito sensível às fitopatologias, não suporta estações muito quentes, secas e, ao contrário da Chardonnay, é muito exigente com a qualidade do solo, condições climáticas etc.

Tudo bem, mas o qual, então, é o segredo dos franceses que os outros não descobrem?

Simples: A cultura!



A cultura é aquela coisinha que não se pode comprar e, mesmo quem possui ótimas vinhas e bons enólogos, modernas adegas, sem a cultura, (não podemos esquecer de mencionar, também, filosofia, tradição, seriedade) e não seguir a trilha estabelecida pelos Franceses o máximo que conseguirá obter é um espumante deplorável e descartável como o falso “Champagne Peterlongo”.

Quando encontro, nos “wine bar”, Champagne ou outro espumante rosé, sem mesmo olhar para as outras sugestões   ordeno, imediatamente, uma taça.





Não é preciso reafirmar que sou um “viciado” em bolhas rosés........ 

Alguns rosés franceses e italianos, para mim, “obrigatórios”

FRANÇA

Ruinart Rosé + Billecart-Salmon Rosé + Taittinger Prestige Rosé + Delamotte Rosé + Laurent-Perrier Rosé



ITÁLIA



Barone Pizzini Rosé + Costaripa “Mattia Vezzola Rosé”+ Monte Rossa “Flamingo Rosé + Haderbrug “Rosé DOC”



Sempre é bom lembrar, que apesar de ser fã incondicional dos espumantes rosés, respeito muitíssimo meu cartão de crédito e jamais o deixaria à mercê de estupradores, assim, os preços dos Champagne elencados oscilam entre 70 e 50 Euros e os dos espumantes italianos, entre 30 e 20 Euros.



Peterlongo Champagne Elegance Brut 750ml

ChardonnayO Primeiro e Único Champagne do Brasil! Elaborado com uvas Chardonnay, um blanc de blancs fermentado parcialmente em barricas de carvalho Francês e maturado por 36 meses nas caves subterrâneas. 

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Bacco

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