Gostaria adicionar algumas considerações à matéria anterior.
1°) Quando chegamos
à "Enoteca Defilla", antes do vídeo ser gravado, Sergio Rossi
detonou, sem piedade, os vinhos do Dani "dos
mil nomes":
"Nunca bebi nada pior, é uma vergonha chamar isso de vinho... Se
no Brasil são todos iguais deveriam continuar plantando cana de açúcar e café"...
2°) Sergio Rossi,
antes de despejar as sobras dos vinhos na pia (nenhum dos convidados, da quinta feira,
conseguiu beber dois goles) nos ofereceu uma taça e pediu nossa
opinião.
Provamos.
₢*#grrarg&&hhhhh!
Deveria ser proibido chamar os líquidos do Dani "dos mil nomes" de vinho.
Aquilo não era vinho!
Aquilo "faceva cagare", mesmo.
3°) Não
conheço Didu Bilu Teteia, nem o Ed Motta, mas não acredito que a desonestidade
intelectual, do Didu Bilu Teteia, seja tão grande que lhe permita comparar o "Fulvia Pinot
Noir" aos grandes Borgonha e não acredito, também, que o Ed Motta tenha a coragem de elogiar um líquido tão
desprezível.
Há algo errado, podre..... Alguma coisa não bate.
Qualquer pessoa que tenha olfato e paladar, em condições de
distinguir um dente de alho de um gomo de laranja, jamais confundirá um Pinot
Noir da Borgonha com o "Fulvia Pinot Noir"
do charlatão gaúcho.
É impossível!
Dani "dos mil nomes", desde o
inicio de sua tormentosa aventura vinícola, envia, sistematicamente, seus
vinhos, para serem degustados e comentados, para críticos famosos, sommeliers
renomados e formadores de opinião.
Steve Spurrier (sempre ele...) Beato Salu, Guilherme Correa, Daniel
Arraspide e outros, provaram os vinhos do Dani
"dos mil nomes" e rasgaram públicos elogios às etiquetas do "Atelier
Tormentas".
Não morro de amores por Beato Salu, Steve Spurrier etc., mas idiotas
completos, eles, não são.
Podem não ser puros e ilibados, os vejo escravos de seu imenso
ego, vendem sabedoria vinícola que não podem entregar, se tiver uma grana solta
agarram facilmente, mas jamais poderiam elogiar os vinhos do Dani "dos mil nomes" que Sergio, Bacco e
eu provamos (já bebi todas as outras etiquetas e todas "fanno cagare).
O mesmo discurso vale para Sir Edward Motta.
O Motta, depois de provar o "Fulvia Pinot Noir", nem
sob efeito de alguma droga alucinógena, escreveria uma idiotice como essa
Leiam
Fulvia
Pinot Noir 2009 por Ed Motta:
DanielleSan
Você simplesmente encaminhou o melhor vinho já feito no
Brasil. O Fulvia 2009 é um divisor de águas, que incrível o que você conseguiu.
Vou escrever formalmente sobre ele e você pode colocar no site, enfim, fazer o
uso que achar melhor. Impressive! Soberbo!
Ed Motta, músico e enófilo - Via mensagem SMS por
celular, após provar o Fulvia 2009, Abril de 2011.
Qual
o mistério, então?
Elementar,
meu caro Watson...... o vinho não é o mesmo.
O
vinho elogiado é "preparado" especialmente para os críticos,
sommeliers, formadores de opinião etc.
Tenho
um palpite: Lembram do Jean Claude Cara?
Aquele
saltitante franco-brasileiro, parecido com o Topo Gigio, que tocava um restaurante
na longínqua Ourinhos?
O espertinho, um belo dia resolveu ser
"expert" em vinhos, mestre em Borgonha, Serra Gaucha, literatura,
eno-turismo... Um verdadeiro Bom Brill.
Nosso "1001 utilidades" largou o boteco
do interior e "estourou" nas capitais de nossa sedenta e ignara
república enológica.
Pois
é, nosso inquieto quase francesinho certa vez, não satisfeito com suas "1001
utilidades", inventou mais uma: Corou-se "Consultor
de Vinhos" e foi dar palpites, imagine, na Borgonha, mais
especificamente no "Château de Villars Fontaine" cujo proprietário é Bernard Hudelot.
Bernard Hudelot, enólogo, diplomado
pela universidade de Dijon e viticultor há mais de 30 anos, esperava justamente
o nosso Topo Gigio de Ourinhos para aprender como se produz vinho na Borgonha.
Mais um brasileiro que revela os
segredos do vinho aos franceses.
Nosso saltitante escritor (nosso "Bom Brill" já publicou um livro sobre a
Borgonha......), antes de se revelar nas letras, tentou
faturar iludindo 300 eno-idiotas.
Importou um vinho do Bernard Hudelot por 7
Euros e o vendeu por um preço indecente aos já mencionados 300 idiotas.
Onde quero chegar?
Jean Claude Cara "de pau" é comparsa do Dani "dos
mil nomes".
Quem importa trezentas garrafas de
Chardonnay, do Bernard Hudelot, pode importar outras trezentas, ou mais, de
Pinot Noir, do mesmo produtor e vende-las ao vivaldino do Atelier Tormentas.
Troca de garrafas, etiquetas Fulvia Pinot Noir,
novas rolhas etc. e........ Voilà.
Basta enviar as garrafas para críticos
otários e aguardar os elogios.
Ótima propaganda com baixíssimo custo
(6/7 mil Euros CIF)
PS Mais uma coisa: tente descobrir, no
site do Atelier Tormentas o endereço da arapuca (ops) vinícola. Não vai ser fácil.
O site não declara endereço fixo nem
sob tortura e quando consultado, assim, responde
Seu contato é uma honra.
Se possui um número fixo em território nacional, precisando falar não é
necessário ligar para o número acima:
basta informar seu numero fixo e código de área via SMS ou e-mail e chamaremos
imediatamente
E
continua
Evitando o risco de extravio de
mensagens de voz,
ao ligar para o número acima por favor não deixe apenas recados gravados.
Caso não possamos atendê-lo imediatamente,
envie um e-mail ou SMS apenas informando
seu número fixo com código de área.
Chamaremos assim que possível.
Nenhum contato ficará sem
resposta, contudo,
é sempre importante lembrar que os e-mails; a ferramenta de pedidos via
site
e mesmo a telefonia móvel e fixa estão sujeitos a falhas.
Ainda não dispomos de um meio de comunicação infalível.
Portanto, não obtendo resposta após 24 horas de um e-mail,
pedido via site ou mensagem SMS,
queira por favor refazer o contato, pois é provável
que alguma falha técnica tenha ocorrido
Endereço,
que é bom...... Será medo da fiscalização?
Dionísio