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terça-feira, 25 de março de 2014

OS OLIGOFRÊNICOS


 


Voltando para casa, após a tarde “Tondoniana” com Bacco, uma chuva de arrepiar provocou engarrafamentos monumentais.

Rádio ligado, pensamento vagando…Lembrei de um comentário em que um leitor ridicularizava uma “degustação” do Beato Boato Salu.

Vejam:

 Simplesmente sublimes @(...) Rosé estruturada, h Brion branco com cremosidade borgonhesa sem perder a bordalesidade. Cos maduro, mas nervoso. E La Missim mostra a proeza de ser um sonho e uma realidade, ou sejá, expressa sensações de completude, mas ainda sabores maiores surgirão. Sobrenatural!?"

 

O Beato Boato não se toca e continua acreditando que somos um bando de oligofrênicos.
 

De repente, uma ideia: Por que não bolar um concurso onde os leitores, em poucas linhas e muita imaginação, pudessem se inspirar e tentar imitar nossos talentosos gênios do vinho?

Os escolhidos?

Há centenas, mas optamos pelos mais ridículos e arrogantes:

Beato “Peixe de Rio” Salu,
 

Camila Camomila “Bouchonée”,
 

Didu Bilu “Moringa” Tetéia,
 
 

Os leitores incorporariam a personalidade de nossos “especialistas” e tentariam descrever, imitando seus refinados e impares estilos, o Viña Tondonia, Casillero del Diablo, Salton Talento, Miolo Seleção, Família Piagentini, Singular Nebbiolo….  etc.

Não bebeu o Viña Tondonia?

 Não conhece o Viña Tondonia?

Não tem importância… Nossos sommerdiers também não sabem o que escrevem.

Será preciso, no entanto, preservar o estilo dos mestres.
 

O Beato Boato é especialista em fundo de garrafa deixados pelos endinheirados paulistanos.

O Bilu Teteia e a Camila Camomila, bebem qualquer coisa que seja de graça e em boca livre.

O Gladson?

Não, o Gladson, com salame ou sem salame, não vale.

 O Gladson, fez parceria com o Jean Claude Cara de Peroba e abriu uma charcuterie em Ourinhos.
 

Uma vez por semana publicaremos as três melhores degustações e, antes da copa dos bilhões, enviaremos, ao vencedor da melhor “desgustação”, inteiramente grátis, um “VIÑA TONDONIA RESERVA.

B&B, mais uma vez, colaborando com a iniciação e especialização de nossos sommerdiers.

Dionísio

PS. Se eles nos tratam como trouxas, vamos retribuir?

 

15 comentários:

  1. Mto bom!

    Afinal, quem é o Gladson?

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    1. Vc não conhece o Gladson Salame?
      Sua cultura enológica é pobre...Leia e aprenda: http://baccoebocca-us.blogspot.com.br/2013/12/cuidado-com-o-salame-do-gladston.html

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    2. Sugir que o anônimo aí de cima seja desclassificado. Não conhecer o embutido é algo imperdoável, secondo me.
      Salu2

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  2. Muito boa. Pode guardar meu Tondonia. Farei uma mescla entre os 3 e ninguém vai me superar.
    Salu2

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    1. O concurso é sério! Suruba não ! Jamais! Em tempo algum!
      Cada macaco no seu copo .

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  3. Mas para escrever como a Camila é mais difícil... Ela tem o dom de falar e não dizer... Sem contar nos inúmeros erros de concordância, acentuação, vírgula,...

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    1. Se fosse fácil, o vinho da vitória seria um Prosecco Salton

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  4. acho importante acrescentar nas regras que embora o concurso seja aberto aos leitores, está vedada a presença dos 'homenageados' pois estes tornariam a disputa desleal.

    E fica aqui a sugestão de outro premio, Troféu Clovis Bornay da Crítica. Essa disputa vai ser difícil, até pq assim como o nada espalhafatoso Clovis só tem hors concours!

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    1. Bem pensado os "Olímpicos" não poderão participar. Poderão , caso queiram, fazer parte do juri

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  5. Informe:

    Brrrrrrrunello já a venda no site. Oferta tentadora. Vou encomendar uma caixa! E ainda por cima, cometem o velho erro de tradução na ficha técnica, chamando "rovere di slavonia" de "carvalho esloveno".

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  6. Já vistes o desabafo de Camomila no Facebook? Ela disse que pertence a um seleto grupo de sommeliers e isso despertou a ira de muitos invejosos!

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    1. Só bebe vinho nacional ....Deve ter paladar de epoxi

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    2. seu grande predicado é a modéstia

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  7. Direto da coluna do bilu teteia:

    Meus amigos, acabo de voltar de mais um evento que faz com que eu acredite cada vez mais nesse pais. O primeiro brazilian wine tasting, impecavelmente organizado pela bonita e competente maria das couves (na foto ao lado de paula tejano, press releaser de MC), apresentou um show de originalidade, impetuosidade, alegria e criatividade de nossos amigos do sul.

    Obras de arte contidas em ampolas desesperadas para mostrar o puro sangue vinho brazuca. O clima de alegria e energia positiva mostra o tanto que nos evoluimos e nao devemos mais nada a ninguem no mundo. Meu amigo J. Malta Rugo, esperto como sempre, me garantiu que muitas regioes espalhadas pelo pais tem potencial para produzir magia nas cantinas.

    O buffet foi esteve a cargo da competente e bonita Joice Withdildo, minba amiga, que secondo me em poucos meses tera 4 restaurantes Michelin no eixo Vilhena-Sidrolandia. Sucesso a ela (foto minha degustando um sanduba de mortadela brazuca com maionese brazuca, bacon frito em oleo, escoltado por duas fatias de provolone que serviram de pao).

    Os vinhos estavam tao espetaculares qhe nem vou comentar deles. Secondo me a melhor coisa a ser feita seria ligar para as vinicolas (fones abaixo), citar o codigo bilu TT para obter o seu desconto.

    No proximo post eu falarei direto da serra de Santa Catarina, que secondo me, apresenta oa melhores garagistas do mundo eno brazuca. So espero o convite, rsrsrs, da Cidinha Dunha.

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  8. Entro na disputa pelo Tondonia. Lá vai:

    "Melhor ter um amigo rico que três pobres! Meu amigo Passari, o Don Xerez, nos visitou e cheio de generosidade nos trouxe em sua mala refrigerada Benetton uma garrafa de uma preciosidade. Era um Tondonia Reserva branco de 1877, ano de fundação da vinícola. Vejam o rótulo. Não dá para ler nada, mas confio no Passari. Os Tondonias são vinhos autênticos, sinceros, sem maquiagem. São fermentados por leveduras indígenas (você sabe o que é isso? Salame!), passam muitos anos em grandes barris de madeira usada, são clarificados com claras de ovos de galinha garnizé, como aquelas que meu Tio Abreu criava em Itú, e são engarrafados sem filtragem. Duram décadas e mantém toda a tipicidade de Rioja. Todos sabem que sou pé-franco, sem enxerto, e que gosto de vinho assim, puro, sem leveduras transgênicas, feito pelas mãos habilidosas de artesãos, sem manipulações. Na taça, o vinho tinha cor dourada e de mel de abelha jataí, que me lembravam o sitio de minha Tia Clara em Olimpia. O bouquet era repleto de aromas terciários, quaternários e quinternários. Se a cor era de mel jataí, os aromas lembravam mel de abelha africana, autêntica, selvagem. Era floral, angelical, com aromas delicados de alfazema, flores do campo depois de uma chuva de verão, frutas em profusão, pêra, maçã, marmelo, guabiroba, gaita, piqui, tibiró, siriguela e outras tantas. Ao final, um perfume da luva de seda de minha Tia Elisabete e da bolsa de couro do meu Tio Pepe. E é claro, tinha aqueles aromas deliciosos de nozes pecan, daquelas que compro no Santa Luzia todas as manhãs de sábado quando saio para caminhar com meu primo Almir. O meu guerreiro tomou o vinho no bico, e o Regaliz, quase chorou de emoção. Você salame, que fica bebendo vinho cheio de manipulação, tem que beber este. Não é barato, mas como eu disse, melhor ter um amigo rico que três pobres, secondo me. Vejam a entrevista que fiz com o Passari, com a minha click".

    Salu2

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